Over time I have come to the understanding that most people have first or second hand experience with mental illness. But what do we mean by this overwhelmingly broad term? Well, I suppose in the pervasiveness in which it holds society, we all have our own definitions. I think I have come to a relationship with my mental health in which I see it as an ever-changing part of me. Much like the physical, the emotional grows, dips, ages, repeats, is sometimes stable sometimes rocky. And so with that has to come at once an acceptance and forgiveness, a making of space for such occurrences, free of judgement or expectation. So here in lies the tricky part: in a culture constructed around ‘coping’ and strength in non-vulnerability, where do we find the safe spaces in which to create and maintain these healthy relationships with ourselves, and in turn others? A space in which we feel free to explore our shadows, not as they say to self-indulge, but in order to recognise, heal and release.

My journey over the past few years has led me to establishing relationships, with both people and plants, in which I have been very lucky to be able to do this. Increasingly over the last few months I have wondered how these spaces, practices and energies are available to others who may not be so fortunate to have this access naturally. Having attended an event based around the rise and importance of Social Prescribing, this question became ever more burgeoning. However, witnessing the meeting was also encouraging, seeing how many people care so strongly for others’ emotional well being, and are indeed going to great lengths to meet these needs.

In a pistachio nut shell, Social Prescribing refers to the option GP’s have to refer patients into care and support in the community, aside from any drug-based prescriptions. Now this is not to negate the sometimes necessary use of medication. In extreme cases, I acknowledge that medication can be a means of prevention. However, and thankfully, it is becoming increasingly accepted that this is not enough. Humans need care, love, interaction, inspiration and companionship. This cannot come in a packet. Thankfully, there are so many community groups and places to go where this help and nurturing is available. For example, Greta the Gardener can be led from her depressive isolation slowly back outside through the collective experience of a community garden project. I think what came out most strikingly from the meeting was the ‘in-between’ phase. People falling into a void between seeing their GP, having a social prescription (of which to get correct is no easy feat), and the actual engagement with this activity, be that art therapy, gardening, or whatever the heart calls for. At times of deep depression, anxiety, psychotic episode, whatever the emotional state may be, how do we know what our hearts need? And beyond that, how do we find the energy to get up and go? Meet new people, push ourselves, even get out from under the covers. No thanks. So how is this problem addressed?

The light lies in the many wonderful services, and passionate people within them that are fighting for vulnerable people and their deep needs to be seen. Here in Cambridgeshire, for example, there are people working specifically on continuation of care. Ensuring that a socially prescribed practice is participated in, and that the person in question is gleaning the healing and connection that is intended, as much as possible.

This subject is huge, and there are, as I say, SO many services available if the surface is scratched. If this feels relevant then this is a wonderful resource for finding out what is available to you. Peace.

LL x


Com tempo, cheguei no entendimento que a maioria das pessoas tem experiência, de primeira ou segunda mão, com doença mental. Mas o que queremos dizer com esse termo amplo? Pois, suponho que a penetração que tem na sociedade, todos nos temos nossas próprias definições. Acho que cheguei num relacionamento com meu saúde mental que eu posso ver-lo como um parte de mim mesmo, sempre mudando. Muito parecido com o físico, o emocional cresce, mergulha, envelhece, repete, as vezes estável, e as vezes não. Então, com isso temos que ter uma aceitação e perdão, uma tomada de espaço para essas ocorrências, livre de julgamento ou expectativa. Aqui reside a parte complicada, nessa cultura construída em ‘lidar’ e força em não ser vulnerável, a onde podemos encontrar esses espaços seguros a criar e manter relações saudáveis com nós mesmos e os outros? Um espaço onde ficamos livres a explorar nossas sombras, não como dizem a ‘auto-indulgência’, mas pra conhecer, curar e deixar.

Meu caminho me levou a estabelecer relacionamentos, com pessoas e plantas, com que eu tive muito sorte de fazê-lo. Cada vez mais esses meses eu me pergunto como esses espaços, práticas, e energias pode ser disponíveis a outras quem talvez não tenha a sorte de acessar naturalmente. Tendo participada num evento sobre o crescimento e importância de ‘Social Prescribing’, esse pergunta tornou-se mais pesado ainda. No entanto, estar na reunião também foi  encorajando, a ver quantas pessoas tem carinho muito forte da saúde mental das outras, e também são trabalhando para atender a essas necessidades.

Em poucas palavras, ‘Social Prescribing’ refere a opção os medicos tem referir os pacientes no apoio da comunidade, além de prescrições de medicamentos. Nos casos extremos, eu reconheço que os medicamentos pode ser um jeito de prevenção. Mas, e felizmente, a ideia esta crescendo que isso não e suficiente. Os seres humanos precisam carinho, amor, interação, inspiração e companhia. Não vem num pacote. Felizmente, existem muitos grupos comunitários e lugares para ir onde esta ajuda e carinho estão disponíveis. Eu acho que o que mais me impressionou da reunião foi a fase intermediária. As pessoas que caiam no escuro entre vendo o médico e, tendo uma prescrição (de que acertar correcto é difícil), e o engajamento na atividade, seja arte-terapia, jardinagem ou o que o coração esta chamando. Nas épocas de depressão, ansiedade, episódios psicóticos, ou de qualquer estado emocional, como sabemos o que precisam nossos corações? E além disso, como encontrar a energia pra levantar e ir? Conhece novas pessoas, empurre-nos, até sair da cama? Não, obrigada…. Então, como enfrentar essa problema?

A luz está nos muitos serviços maravilhosos, e as pessoas dentro deles que estão lutando pra pessoas vulneráveis e suas necessidades para ser visto. Aqui em Cambridge, por exemplo, tem pessoas trabalhando especificamente na continuação dos cuidados. Garantir que uma prática socialmente prescrita é participada, e que a pessoa em questão está recolhendo a cura e conexão que é pretendida, tanto quanto possível.

Esse sujeito e muito grande, e tem MUITAS serviços disponível se você arranhar a superfície. Se isso parece relevante este é um ótimo recurso encontrar o que está disponível para você. Desejo-lhe toda paz.

LL x